setembro 08, 2011

O afeto na família: sentir-se amado (a)

No que se refere mais particulamente ao afeto na família, é muito importante lembrarmos que lá é que se dão as relações básicas de toda a nossa vida. O núcleo familiar sendo o alicerce sobre o qual se construirão novos relacionamentos, tornando - se de fundamental importância.

Torna - se, pois, válido acentuar que a presença e o acompanhamento dos pais, dos orientadores, dos educadores é algo de extrema importância na vida da criança, do adolescente, do filho, do educando, daquele que se encontra em formação. Mas é importante lembrar, também, que comunicar o afeto de forma clara e inteligível faz-se tão necessário quanto o próprio amor. Por isso, já dizia Dom Bosco: que as crianças e jovens ( o que é válido também para qualquer ser humano), que eles " não somente sejam amados , mas mais do que isso: que eles sintam que são amados".

Neste sentido compreendemos que o modo e a expressão do amor, traduzida no afeto que acompanha as palavras e gestos, pode ter maior eficácia do que a ordem simplesmente dada, do que a refeição simplesmente oferecida, do que o estar simplesmente por estar. Ao sentir-se amada, querida, interagindo com o meio, a pessoa tende a uma resposta mais positiva e de mais valor. Assim o afeto em todos os espaços, mais especialmente na família, será sempre considerado âncora para o crescimento integral do ser humano e ponte que interliga as pessoas no processo de comunicação. A partir deles sonhamos com uma sociedade afetivamente renovada onde os filhos, educandos e toda a pessoa sinta o sabor da afetividade saudável, experiencie verdadeiramente o amor e revigorea  qualidade da relação que estabelece em seus contatos.


Fonte: Revista Mundo Jovem - nº 377 - junho de 2007.
 

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